quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A equipe da Escola Munic. Santo Antonio que também colaboraram para
a realização do Projeto. Obrigada a todos!!!!
Eu e meu aluno Wingrison.
O aluno Wingrison que foi o apresentador do Telejornal, eu e o professor
Jairo.
o Diretor da Escola falando sobre o Projeto.

A aluna Geovana entrevistando o Senhor Paulo, presidente da Associação
de Moradores do Assentamento Santo Antonio, sobre projetos
Meio Ambiente que estão acontecendo e os que devem acontecer naquele local.
o aluno João Pedro entrevistando o Vereador Chico. Morador na comunidade
e que desenvolve um Projeto sobre coleta de embalagens de fertilizantes
naquele local.
A comunidade compareceu na escola para assistir a apresentação do Projeto.
Os alunos fazendo apresentação.

Apresentação do Projeto


Projeto sobre
Desenvolvimento
Sustentável.
Agrinho/Gestar-2009
Apresentação
através de Telejornal

quinta-feira, 5 de novembro de 2009


Eu e meus alunos
em visita ao Museu
-Capim Branco.
7º ANO APRESENTA
AGRINHO 2009
GESTAR 2009
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

23 DICAS
ÁGUA
Vasos sanitários com caixa acoplada utilizam 6 litros de água por descarga, em vez dos mais de 20 litros das válvulas convencionais.
REAPROVEITAMENTO
Aquela água que sai da máquina depois da lavagem de roupas pode ser reaproveitada para lavar a área de serviço.
VOCÊ SABIA?
Molhar jardins e plantas pela manhã ou ao entardecer evita perda de água pela evaporação?
VAZAMENTOS

Identificar vazamentos em casa não é tarefa difícil.
PENEIRINHAS
Uma boa saída para economizar água é fazer uso de peneirinhas instaladas nas torneiras e até no chuveiro.
PURO DESPERDÍCIO

Escovar os dentes ou lavar a louça com água limpa escorrendo na pia é puro desperdício.
ENERGIA ELÉTRICA

Já estão disponíveis carregadores movidos a energia solar para aparelhos eletrônicos portáteis.
MICRO-ONDAS COMO RELÓGIO
Deixar o micro-ondas funcionando como relógio contribui para o aumento do consumo de eletricidade.
GELADEIRAS
Quanto mais novidades a tecnologia acrescenta às geladeiras, mais elas consomem energia; por isso sempre é bom optar pelas
ABAJUR PARA LEITURA NOTURNA
Nas horas prazerosas de leitura noturna adotar um abajur cai muito bem.
LIMPEZA DAS LÂMPADAS
Limpar periodicamente as lâmpadas da casa pode ajudar a economizar energia.
CIDADANIA
Temos o direito e o dever de denunciar abusos contra o meio ambiente.
Cobrar atitudes dos políticos.
CAMINHADA
Levar seu filho à escola em caminhadas é saudável.
CALÇADA ECOLÓGICA
Calçada ecológica é aquela onde o cimento não predomina, já que é pavimentada com grama, com espaços para flores e até árvores.
TRANSPORTE COLETIVO

Deixar o carro na garagem e utilizar o transporte coletivo.
CONSUMO
Andar com uma garrafa descartável de água tornou-se um hábito saudável.
FABRICANTE X CONSUMIDOR
Entrar em contato com a empresa que fabricou algo que você consumiu e não agradou faz com que ela repense métodos de produção mais eficientes e sustentáveis.
PRODUTOS DE LIMPEZA
Preferir produtos de limpeza naturais é uma boa alternativa para evitar tantas substâncias químicas que levamos para casa.
CAMPRAS COMPULSIVAS
Passar ao menos um dia por semana sem entrar em uma loja é um bom começo de aprendizado para abolir o vício das compras compulsivas.
PRODUTOS DE BOA QUALIDADE
Adquirindo produtos de boa qualidade, duráveis e úteis, ajudamos a diminuir a quantidade de quinquilharias que viram sucata em pouco tempo.
AGRADECIMENTOS
Agradecemos a oportunidade que nos foi dada de obtermos mais conhecimentos através da professora Alice que faz o curso Gestar e Agrinho nos trazendo novidades.

Apresentando para a filmagem
do Agrinho.



Apresentando nosso tema na Escola

São Lourenço.

PARTICIPAÇÃO NO AGRINHO


Um dos grupos foi selecionado para fazer
uma apresentação para o Agrinho na
Escola São Lourenço.


PRESENÇA MARCANTE


Os alunos ficaram "nervosos" com a presença da
nossa articuladora do curso Gestar, professora Neuzeli.
hi,hi,hi,hi até EU

APRESENTANDO OS TEMAS DO PROJETO



PREPARANDO A APRESENTAÇÃO DO PROJETO



Confecção de cartazes

ENFIM O PROJETO

SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL



















Campo Verde, Novembro/2009
ESTADO DE MATO GROSSO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO VERDE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
ESCOLA MUNICIPAL SANTO ANTONIO
















SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
















Componentes:
Alunos do 6º ao 9º ano
Professora orientadora: Alice A.S.Rolon



SUMÁRIO






04 - Introdução


05 - Justificativa


06 - Objetivo Geral e Objetivo Específico


07 - Fundamentação Teórica


10 - Metodologia


11 - Conclusão


12 - Bibliografia
















INTRODUÇÃO




Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/1999). “A qualidade do ambiente é um fator determinante da saúde e de grande importância.
A degradação ambiental produz efeitos negativos diretos e indiretos sobre a saúde das pessoas e compromete o desenvolvimento sustentável.
A preservação e a proteção ambiental se expressam em igualdade ambiental, que significa, entre outras coisas, água, ar e solo não contaminados, alimentos inofensivos, locais de trabalho apropriados e formas de vida mais saudáveis. Desse modo, o meio ambiente preservado potencializa as possibilidades do homem de preservar e maximizar sua saúde”.
Muito se tem falado de meio ambiente e de questões que preocupam pela extensão de suas consequências. Isso ocorre no sentido amplo, quando a atenção das pessoas e da mídia se ocupa com questões que muitas vezes têm dimensões catastróficas como: abertura na camada de ozônio, usinas com testes e acidentes nucleares, devastação das florestas ou da mata atlântica, derramamento de petróleo e outras substâncias nos mares e oceanos que polui e contamina as águas.
Nessas situações ficamos todos muito preocupados, com razão! Mas, na maioria das vezes, elas parecem estar acontecendo de uma forma tão distante do nosso dia-a-dia que não nos preocupamos ou não damos atenção suficiente, talvez como se não
fossem problemas nossos. Ou se não tivéssemos a dimensão do quanto essas situações estariam comprometendo a qualidade de vida, dessa e das próximas gerações porque resultam em degradação, descuido e desrespeito ao meio ambiente.
É necessário repensar as atitudes das pessoas e da postura mundial no que diz respeito aos cuidados com o meio ambiente. Apontar prioridades e lutar por decisões políticas que precisam ser tomadas prontamente, para minimizar ou reverter esses eventos de
forma a garantir um mundo com melhores condições e qualidade de vida.



JUSTIFICATIVA




A escola tem um papel decisivo para construção de uma
consciência ecológica, pois a comunidade está mais próxima dos sujeitos e de suas relações com o próximo, o que facilita a mobilização comunitária para esse desafio. Desse modo, pode favorecer o desenvolvimento de ações locais e a responsabilidade social.
Através dos estudos que estamos realizando do livro Agrinho, Gestar e outras pesquisas que faremos, pensamos em elaborar o presente trabalho de pesquisa, a fim de aprendermos um pouco mais sobre o assunto e compartilhar o conhecimento adquirido aos demais alunos da nossa escola, a nossa intenção é melhorar nosso ambiente escolar e colaborar com nossas famílias, haja vista que são pequenos produtores rurais ( hortaliças).

Tal projeto justifica-se no sentido de orientar sobre os cuidados que se deve ter desde o semear da semente até a colheita e que são essenciais para nossa saúde como consumidores e tendo a preocupação com nosso ambiente.





















OBJETIVO GERAL





Investir em ambientes saudáveis ajuda o indivíduo a fazer
escolhas mais saudáveis, diminuindo sua exposição a fatores de risco e aumentar o contato dele com fatores de proteção à saúde. Este pode ser um foco importante nas práticas educativas em saúde que tradicionalmente atribuem um peso forte na responsabilidade do indivíduo sobre sua saúde sem considerar o contexto dele no ambiente em que convive.
Realizar estudos de pesquisa, atentando aos cuidados que devemos ter com nossa saúde e nosso ambiente.




OBJETIVO ESPECÍFICO


Através dos conhecimentos adquiridos com os estudos de pesquisa pretendemos:
→Ler e estudar os livros do Agrinho e Gestar;
→Repassar os conhecimentos aos demais alunos da nossa escola;
→Colaborar na manutenção de um ambiente escolar mais adequado;
→Auxiliar nossas famílias com orientações que aprendemos com as pesquisas quanto ao cultivo das hortaliças e os cuidados com a saúde e o ambiente.











FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA



Em nome do "progresso" estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar, melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada?. O progresso, da forma como vem sendo feito, tem acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta Terra e a Natureza. E o Desenvolvimento Sustentável?
O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo.
Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido como: "equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da equidade e justiça social".
Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez nunca tenhamos pensado: qual a diferença entre crescimento e desenvolvimento? A diferença é que o crescimento não conduz automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do planeta.
O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos como metas:
 A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc);
‚ A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver);
ƒ A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer cada um a parte que lhe cabe para tal);
„ A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc);
… A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo os índios);
† A efetivação dos programas educativos.
Na tentativa de chegar ao DS, sabemos que a Educação Ambiental é parte vital e indispensável, pois é a maneira mais direta e funcional de se atingir pelo menos uma de suas metas: a participação da população.
Propiciar ambientes mais favoráveis à saúde, para que as pessoas possam desfrutá-los com prazer e alegria, é uma atividade de respeito à cidadania e ocorre no cerne de políticas públicas saudáveis.
Assim, o cuidar do meio ambiente retoma a reflexão em torno da promoção de saúde, pois promover saúde exige a ação de diversos setores para melhorar a qualidade de vida da população. Para promover saúde, exige-se uma ação política intersetorial, em que os diferentes segmentos da sociedade devem se mobilizar para melhorar, conservar e manter a qualidade do meio ambiente, mantendo as condições adequadas para uma vida saudável.
Na avaliação dos problemas da comunidade, por exemplo, algumas situações têm encaminhamentos e resoluções conduzidos diretamente pelos membros da comunidade, moradores e pessoas que convivem num mesmo local. Outras exigem a intervenção ou
decisão de um órgão do poder público, de uma empresa ou indústria e, por vezes, dependem de leis apropriadas, que
sejam inclusive cumpridas.
Contudo, a participação da comunidade é fundamental para identificar os problemas, analisar, definir melhor a gravidade da situação, eleger prioridades e, se for necessário, cobrar resolução dos responsáveis e autoridades.
É preciso fazer parceria, conversar com técnicos e se organizar em grupo para pensar coletivamente, definir prioridades, compartilhar soluções e apresentar proposta, participando
das decisões. Dessa forma nossa comunidade ainda nova em suas propostas está encaminhando para conseguir avanços no setor de coleta de embalagens de fertilizantes, preservação de mata ciliares presente em nosso Assentamento, lixo, água e outras prioridades que estão em discussão.






























METODOLOGIA



O presente projeto de pesquisa será realizado através de pesquisas em livros, revistas, internet e in-loco com pessoas que tenham Formação na área em questão.
A apresentação será em forma de Telejornal, para toda a comunidade escolar, tendo sua culminância dia seis de novembro do corrente ano.
Teremos reportagens que já estão sendo realizadas como aulas de campo, com visitas para entrevistas e informações nos seguintes locais em Campo Verde: Lixão, coleta de embalagens, reciclagem, Corpo de Bombeiros.
Outras reportagens e entrevistas com pessoas da comunidade envolvidas com o assunto e também apresentação dos alunos serão realizadas ao vivo na data acima citada.


























CONCLUSÃO



O Desenvolvimento Sustentável e a Saúde estão interligados e depende da ação de cada um. Não conseguiremos resultados com práticas isoladas, mas sim, se efetivamente tivermos consciência de que o Meio Ambiente nos proporciona tudo que precisamos para viver e com qualidade de vida, mas, precisamos saber que ela se esgota e por isso precisamos ter equilíbrio e praticar a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente para que as próximas gerações possam gozar de uma vida saudável.































BIBLIOGRAFIA





AGRINHO, Revista, Meio Ambiente, 2009


GESTAR, TP6, Língua Portuguesa


ANDRADE, Maria Margarida, Noções Básicas para Cursos
Superiores – Língua Portuguesa


NOSSOfuturocomum/Meio Ambiente-Saúde-
Desenvolvimento Sustentável


WWW.amazonia.org

PRODUÇÃO ESCRITA DO PROJETO

Para a produção escrita do projeto foi necessáia muita concentração, mesmo após a seleção das
ideias. Mobilizar argumentos para sustentar uma tese, o aluno depende de seus pontos de vista, de seus conhecimentos sobre o assunto e dos argumentos que julga mais efeicazes para atingir o raciocínio e a interpretação de seus leitores.
Com tantos argumentos em jogo, uma argumentação pode não ser bem-sucedida.
Assim exige-se dedicação ao trabalho para que seus argumentos cause o efeito pretendido.

Foram muitas aulas para as pesquisas.
Nossa Escola não dispõe de muito material para pesquisa, por isso foi necessário fazer algumas pesquisas via internet em minha casa para complementar o material que os alunos conseguiram.

Mãos ao trabalho para pesquisa


a classe foi dividida em pequenos grupos com subtemas a ser pesquisados.
Cada grupo tinha temas sobre Saúde, Nutrição, Alimentação saudável, lixo, esgoto, água, fontes de energia, mata ciliar, desenvolvimento sustentável e insultentável...

TP6 Unidade 21

ARGUMENTAR
Argumentar é firmar uma posição diante de um problema; significa um compromisso com a informação e o conhecimento. Não é possível construir uma boa argumentação com argumentos fracos, falsos ou incoerentes. O "encadeamento de ideias" na textualidade apresenta qualidade quando apresentamos o que queremos fazer crer aos outros por meio de uma sistematização pertinente ao assunto e acessível aos interlocutores.
Quando atribuímos a qualquer manifestação linguística uma certa dose de argumentatividade, estamos também admitindo que usamos a linguagem não só para representar um estado de coisas no mundo, mas sobretudo para realizar uma intenção de agir sobre o interlocutor - e sobre o mundo.
Por isso, é importante não só o que dizemos, mas também como dizemos, para que a argumentação seja bem sucedida.
E para fundamentar o assunto exposto, nossos alunos do 6º ao 9º ano decidiram apresentar um projeto de pesquisa que contemplasse o assunto Desenvolvimento Sustentável e Saúde, para demonstrar o que aprenderam.

TEXTO REVISADO


Toda a alegria depois do trabalho pronto.

REVISANDO TEXTO


Toda concentração necessária para revisar o texto do colega.



selecionando as figuras para a produção textual.

Orientando na produção textual


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Seguindo orientação


TP6 Unidade 23

Processo de produção textual: revisão e edição.
Atividade realizada com a turma do 8º ano
Conforme proposta de atividade, levei figuras de revistas de: uma mulher, um homem, uma criança, um objeto, uma paisagem ou ambiente. Os alunos em duplas foram produzindo seus textos conforme orientação. Tivemos alguns contratempos pois nesse dia faltaram muitos alunos. Usamos duas aulas e não foi possível terminar as atividades. Na próxima aula, reiniciamos as atividades tendo que formar nossas duplas com os alunos que faltaram na aula anterior. Também levei as figuras porque nossa escola não dispõe de muitas revistas para recorte.
após mais duas aulas algumas duplas foram terminando a produção dos textos e então fui trocando os textos entre as duplas para que fosse feita a revisão. Não conseguimos fazer a edição de todos os textos produzidos por enquanto.
Os alunos gostaram da atividade por as figuras deixarem o texto com o visual mais atrativo e porque tinham pistas para ir conduzindo a produção e também porque tinham a oportunidade de revisar o texto do colega.

Crônica (Música Pivete)

Pelé
Um menino de apelido Pelé, nasceu na favela. Ninguém o conhecia por nome ou sobrenome, mas, simplesmente Pelé.
Pobre Pelé, pobre mesmo. Tem mãe, mas seu pai não sabemos quem é!
Desde pequeno, fazia "biscate" pra ajudar a mãe.
Ele chamava de "trampo" vender chicletes no semáfaro quando estava fechado, limpava parabrisa de carros pra ganhar uns trocados.
O pobre menino cansou dessa vida. Aos dezeseis anos e sem a sofredora mãe, porque ela descansou no Senhor, foi morar com umas malocas de pivetes no morro.
Usa drogas e vende também, anda armado e todo cheio de panca. Anda por todos os bairros; Frei Caneca, Carioca, Tijuca... procurando alguém que dê mole e ele possa roubar. Rouba carros sem nem saber dirigir direito.
Seu nome agora é Emersão. Chama os amigos de "irmão", "mano", tem até uma mina toda piriquete.
Para Pelé ou Emersão, não existe regras nem Constituição, mas alguém precisa lhe dar uma lição.
É, companheiro, cuidado, procure um caminho mais sério, seu estilo de vida não dá certo não.
A escola é o melhor caminho, venha? vamos nos tornar um cidadão!


"aluno - Wingrison - 8º ano
Escola Munic. Santo Antonio
Profª Alice

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Clip da Música "Pivete" Chico Buarque

video

música de Chico Buarque

Música “O PIVETE” – Chico Buarque

No sinal fechado
Ele vende chiclete
Capricha na flanela
E se chama Pelé
Pinta na janela
Batalha algum trocado
Aponta um canivete
E até
Dobra a Carioca, olerê
Desce a Frei Caneca, olará
Se manda pra Tijuca
Sobe o Borel
Meio se maloca
Agita numa boca
Descola uma mutuca
E um papel
Sonha aquela mina, olerê
Prancha, parafina, olará
Dorme gente fina
Acorda pinel

Zanza na sarjeta
Fatura uma besteira
E tem as pernas tortas
E se chama Mané
Arromba uma porta
Faz ligação direta
Engata uma primeira
E até
Dobra a Carioca, olerê
Desce a Frei Caneca, olará
Se manda pra Tijuca
Na contramão
Dança pára-lama
Já era pára-choque
Agora ele se chama
Emersão
Sobe no passeio, olerê
Pega no Recreio, olará
Não se liga em freio
Nem direção

No sinal fechado
Ele transa chiclete
E se chama pivete
E pinta na janela
Capricha na flanela
Descola uma bereta
Batalha na sarjeta
E tem as pernas tortas

"PIVETE" - Chico Buarque

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ARGUMENTAÇÃO NO TEXTO

Utilizamos a tirinha da Mafalda (AAA6 pág. 20) para analisar e identificar os diferentes argumentos de um texto. Realizamos análise oral e escrita.

ARGUMENTAÇÃO NO TEXTO


O uso das onomatopéias nos gibis

produção de histórias em quadrinhos

TP 2 Unidade 8 Seção 3


Explicamos aos alunos do 8º ano sobre Onomatopéias e distribuimos aos alunos gibis para exemplificar o assunto. Logo após, foi proposto a criação de histórias em quadrinhos explorando o assunto tratado. Os alunos amaram a aula diferente.

TP2 Unidade 5 Seção 3

Foi entregue aos alunos do 7º ano uma cópia do depoimento do autor Ivan Ângelo sobre seu professor inesquecível. Lemos e iniciamos uma converda sobre como imaginamos ser o professor inesquecível do autor, as características do aluno (autor) e seu ponto de vista. Verificamos como nossos alunos reagiram ao depoimento fazendo com que surgisse um debate fervoroso e bastante proveitoso entre nós.
Em seguida, foi proposto aos alunos que respondesse as questões propostas e elaborando uma carta ao autor Ivan Ângelo mostrando um outro ponto de vista diferente do dele e suas falhas como aluno, acrescentando ideias sobre o dia-a-dia de um ambiente escolar e da sala de aula.

turma de 9º ano


Fazendo a reescrita da linguagem informal para a formal da letra da música.

TP1 Unidade 3


assistindo ao clip para fazer a análise

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES

Preferi trabalhar sobre textos com os alunos do 9º ano.
Fomos até a sala de vídeo onde assistimos um clip da música "we are the Word" - Usa África feito pelos artistas americanos para ajudar os necessitados da Etiópia-África (década de 80). Depois disso, assistimos um clip de uma paródia da música citada acima. A paródia (vira e mexe) usa uma linguagem informal-caipira. A tarefa dos alunos foi copiar a letra da paródia e reescrevê-la numa linguagem formal.
A dificuldade encontrada foi para fazer a cópia da letra da paródia, pois tive que interromper as imagens várias vezes para que pudessem copiá-la. Mas eles conseguiram e perceberam a diferença da linguagem oral-caipira usada na paródia e a escrita na linguagem formal que eles fizeram.
Também trabalhos o texto da pág. 101 atividade 4 debatendo o assunto "linguagem oral" e respondendo as questões propostas.

TP1 UNIDADE 3 POR QUE TRABALHAR COM TEXTO

video

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O MOMENTO ESPERADO

PLATÉIA


a platéia aguardando o show.

ESTUDANDO AS FALAS


Os atores em concentração.

DIVISÃO DOS GRUPOS


estudos das falas dos personagens.

TP1 DRAMATIZAÇÃO DE TEXTO-CRÔNICA


A turma do 7º ano foi dividida em dois grupos, ficando oito alunos para serem jurados. Foram quatro aulas para: -leitura feita pela professora e comentários com todos;- interpretação escrita do texto; - divisão dos papéis de cada representação; -arrumação do cenário e figurino dos atores; -dramatização da crônica; -comentários dos jurados e da professora.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

MONTAGEM E ESCRITA DE TEXTO


Texto montado e escrito pelo aluno.

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

TP5 alunos do 6º ano.
Os alunos foram divididos em duplas. Foi entregue a cada dupla, uma história em quadrinhos tendo somente a linguagem visual, onde as duplas colocaram as figuras na sequencia dos acontecimentos e escreveram um texto narrativo. Nas duas atividades de montagem de texto com histórias em quadrinhos os alunos encontraram um pouco de dificuldade na organização da sequencia dos quadrinhos.

REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DA UNIDADE 18 SEÇÃO 3 TP5

Turma de 7º ano. Os alunos foram divididos em duplas conforme afinidades. Foi entregue para as duplas a história em quadrinhos do Chico Bento "O Ovo" utilizando a linguagem visual, toda fragmentada, onde as duplas colocaram os quadrinhos na sequencia correta e escreveram a história conforme a sequencia.

TP5 MONTAGEM DE TEXTO

Os alunos do 8ª ano foram divididos em duplas. Foi entregue a cada dupla uma cópia do texto. A orientação é a de que os alunos deverão ir seguindo a direção das setas e ir montando o texto. O texto está sem nenhuma pontuação ou parágrafos. Os alunos reescreveram o texto e o estruturaram corretamente.
Os alunos encontraram algumas dificuldades.

CONVITE


Produção de convite para a festa junina.
TP4

CONVITE PARA FESTA JUNINA

Os alunos criaram um convite para a festa junina da Escola e produziram um texto informativo sobre a festa.

LEITURA PARA REFLEXÃO

“O sonho que se sonha só, é só o sonho que se sonho só. Mas o sonho que se sonha junto é realidade (Raul Seixas)”
É engraçado como a gente leva um bom tempo para perceber que para que cada sonho que temos se realize, 99% das vezes dependemos de outras pessoas para nos ajudar a realizá-los.
Quando era pequena, todas as vezes que sonhei em ganhar um presente (o meu bebê, a bebezinho, a mimadinha, a barbie hair, a barbie face, a minha calói dobrável, meus vinis do Balão Mágico e assim por diante) dependia de alguém, geralmente dos meus pais ou do meu avô, que dava presentes excelentes.
Quando cresci, quando tinha vontade de sair a noite, sonhava em viajar com os amigos para Búzios, ter dinheiro para sair na night, frequentar a faculdade da cidade (decidi sair da UERJ por N motivos) e minha decisão de profissão era atrelada a uma faculdade particular, enfim continuei sonhando, mas dependendo dos outros para realizar os meus sonhos.
Todos nós dependemos de outras pessoas para realizarmos os nossos sonhos e muitas vezes nem reparamos, o pior é quando também não nos damos conta de todas as outras pessoas que dependem de nós para realizar o sonho delas.
O músico depende de um patrocínio inicial para poder compôr em paz e fazer seus shows. Sonha com a fama, que só é alcançada através do público. O público por sua vez tem o sonho de conhecer o artista, e quando consegue realizá-lo, mesmo que seja alguns minutos no MC Donalds se sente compensado.
O arquiteto, antes de ser arquiteto, na maioria das vezes tem frequentar boas escolas, fazer uma boa faculdade de arquitetura, para realizar o sonho de ter seu escritório, muitas vezes para ter o sonho realizado precisa da ajuda dos pais, e depois de formado com o sonho realizado, passa a realizar os sonhos dos outros.
E assim a vida segue, quem quer ter um filme finalizado, depende de outras pessoas para editar, colocar os efeitos, editar o som, ….
Todo aquele que escreve um livro e deseja publicá-lo depende de outras pessoas para realizar o sonho, precisa de um editor, ou dinheiro para editar sozinho ou ainda um amigo, parente, alguém interessado em ver a obra publicada e o sonho do amigo realizado.
Creio que devemos estar mais atentos a todos que nos ajudam a realizar nossos sonhos e também a todos que dependem de nós para realizar seus sonhos.
Afinal como já dizia Raul Seixas, “o sonho que se sonha só, é só o sonho que se sonha só, mas o sonho que se sonha junto é realidade”.

AULA DE LEITURA


momento de leitura do projeto - Ler é bom - Livro: Acontece, autor Laé de Sousa.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DA TP3 Unid. 11

as atividades da unidade 11 - Tipos Textuais foi desenvolvida com as seguintes turmas:
6º ano - trabalhou com montagem de texto narrativo, sendo apresentado a eles os elementos necessários da narrativa (narrador, personagens, enredo, espaço, tempo,) e as fases de uma narrativa (introdução, conflito, clímax, desfecho) , cada um produziu um texto narrativo.
7º ano - trabalhou com análise de texto narrativo e descritivo, produzindo texto descritivo.
9º ano - análise de gêneros textuais, recortando de jornais e revistas e dizendo para a professora que tipo de texto seria, montando o painel de Gêneros Textuais.
Painel sobre Gêneros Textuais.
estudando os gêneros textuais